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  • Mariuccia Ancona Lopez

Janelas que sempre encantam


Cores de outono em janela na Noruega


Não basta abrir a janela

Para ver os campos e o rio.

Não é bastante não ser cego

Para ver as árvores e as flores.

É preciso também não ter filosofia nenhuma.

Com filosofia não há árvores: há ideias apenas.

Há só cada um de nós, como uma cave.

Há só uma janela fechada, e todo o mundo lá fora;

E um sonho do que se poderia ver se a janela se abrisse,

Que nunca é o que se vê quando se abre a janela.



Começo com esses versos de Fernando Pessoa essas minhas memórias de viagens . Janelas sempre me encantaram. Abertas, fechadas, rústicas, sofisticadas, decoradas com uma singela cortina ou com um lindo vaso de flores.





Mas algumas janelas são bem especiais porque através delas olharam gênios ou personagens históricos. Como essa, acima, do estúdio onde Grieg, o músico norueguês se recolhia para compor


Nas imagens acima, janela na casa de Monet, em Giverny, a singela janela azul da Escócia e a janelas rústicas, fechada e abertas, na Croácia e o janelão de madeira, em Bodroun, Líbano




Janela em Giverny, França


Janelas vistas de fora,que despertam nossa curiosidade. O que tem lá dentro? Quem mora alí? Como é a vida de quem abre todo dia esta janela?


Nas imagens abaixo, momentos em janelas de Dubrovnik, Hvar, na Croácia e Jurmala,Letônia



Onde quer que eu vá, sempre encontro uma janela especial, que guardo em coleções de fotos de viagem. Hoje compartilho com você algumas das muitas que me encantaram mundo afora, finalizando com uma deslumbrante manhã, vista da janela, no Brasil


As montanhas de Minas Gerais, vistas da janela em Serra Bonita





© 2019. Mariuccia Ancona Lopez. Proibida a reprodução sem autorização da autora

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