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  • Mariuccia Ancona Lopez

A escolha do destino... e as ciladas

Atualizado: 26 de Jan de 2019

Como escolher bem o destino de sua viagem, e como evitar as esparrelas

Roma, um clássico das excursões. E das ciladas.

Então você decidiu que a Europa é sua prioridade. Paris faz parte dos seus sonhos, certo? Ah, mas a Itália também. E você ainda não se sente esperta o bastante para viajar por conta própria? Pois bem, comece pesquisando nas melhores operadoras porque no turismo, como em outras atividades da vida, não há milagres. Roteiros bem elaborados custam mais caro mas saem mais barato. Sabe por que? Naqueles baratinhos, o que mais se lê é: “dia livre para atividades independentes” ou “sugerimos visita ao museu Vaticano “ou seja lá o que for . O que significa? que nada está incluído: nem ingresso, nem transporte até esses locais. Nadica de nada. E aí você decide comprar o ingresso e – se conseguir na hora – o preço é muito mais alto do que se tivesse adquirido com antecedência e as filas, monumentais. Cilada.


Não quero falar aqui para quem decidiu viajar nos tais “circuitos europeus”, desses que há aos milhares. Aqueles que oferecem Paris, Roma, Zurique Lucerna, Verona, Veneza, Florença e Roma em 12 dias. Ou melhor, em 10, porque dois deles são passados em aeroportos e avião. Pacotes que mostram de relance a casa de Julieta, em Verona e dão uma espiadinha em Veneza, sem nenhum pernoite na mais incrível das cidades italianas e que mostram da janela do ônibus, a 80 km por hora a belíssima Toscana. Cilada! Fuja deles.


Sozinha e bem acompanhada


É possível, sim, viajar fora de excursões e está cada vez mais fácil. Converse com quem viaja sempre para saber sobre o clima, na estação escolhida. Não basta olhar o site de metereologia. Quem já foi saberá dizer sobre vento, sensação térmica, chuvas, o que pode e o que não pode ser visto nesta ou naquela estação. Quer um exemplo? 18ºC não é frio. Mas se esses mesmos 18ºC vierem acompanhados dos ventos frios que vira e mexe cortam a Irlanda a partir da costa do Atlântico, a sensação poderá ser de 10ºC ou até menos e você vai, sim, precisar de uma jaqueta, ainda que seja verão.


Viajar por conta própria, para quem já passou dos 60, 70, é mais do que uma viagem por conta própria. Sabe por que? Porque renova a sensação de competência, de dona-do-seu-próprio-nariz.

Você pode, sim, circular livremente pelo mundo, selecionando o que prefere ver e o que não deseja mais. Anos atrás você teve que ir três vezes ao Madame Tousseau com seus filhos? Comeu mais batata frita do que desejava ou até hambúrguer em plena Paris? Agora não precisa mais. Você pode passar horas andando por jardins e parques, fotografando flores, simplesmente porque é isso que você quer. E ver a cidade desfilar diante dos seus encantados olhos tomando café e comendo croissant. Porque é isso que quer. A liberdade de ir e vir, de escolher, de fazer suas próprias prioridades longe de casa e dos olhares críticos que existem em todas as famílias.


Vambora! O mundo é grande, lindo e te espera!



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© 2019. Mariuccia Ancona Lopez. Proibida a reprodução sem autorização da autora

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